Aumenta a violação aos direitos no Santander

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O Santander está entre as empresas que mais desrespeitam os funcionários. O ano de 2022 escancarou o problema. Assédio moral, cobranças por metas, desrespeito à jornada, fechamento de agências, terceirização e demissões são algumas das práticas usadas pela empresa. 

Dados Ministério Público do Trabalho, em ação civil pública, mostram. No banco, 88% dos funcionários estavam insatisfeitos com a política de metas excessivas. O Santander esteve alinhado às políticas nocivas do governo Bolsonaro com ataques a privacidade, retirada de equipamentos de segurança e terceirizações. 

Além disso, os empregados foram obrigados a conviver com o quadro de pessoal reduzido nas agências, com reflexos diretos no atendimento aos clientes. Isto apesar de o Santander retirar quase 30% do lucro global no país. 

Na tentativa de precarizar mais o ambiente de trabalho, o Santander acabou com o cargo de Gerente de Atendimento (GA) e tentou acabar com o descanso dos bancários e impor o trabalho ao sábado em três mil agências, sob o pretexto de uma campanha para levar mais clientes. Também foi o único banco a exigir compensação das horas não trabalhadas durante jogos do Brasil na Copa do Mundo.

Fonte: Movimento Sindical

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Campanha Salarial-Assembleia Geral Extraordinária

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